Comum Democracia Destaques

Votar em nome próprio sem defender “eu” algum

Por Sindia Martins (sindiamartinsreporter@gmail.com) Era noite de sábado e já me preparava para deixar a Praça São Salvador, em Laranjeiras, quando avistei Guilherme Pimentel com a esposa em meio a um grupo de pessoas. Eles estavam em campanha eleitoral. Havia algumas semanas tinha decidido votar nele para candidato a Deputado Federal, pelo trabalho junto às […]

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Destaques Maquinários Quadrado dos Loucos

Uma literatura menor do que si; Kafka e as variações de um conceito

Por Bruno Cava Foto: Foto: Guryan/Pexels. Licença Pexels. — Toda grande ideia gostaria de poder exibir uma origem à sua altura. A literatura menor de Deleuze e Guattari, cuja posteridade crítica no último meio século se espalhou pela teoria e pela crítica literária e alcançou enorme repercussão nos estudos culturais e pós-coloniais (Weissmann, 2013, p. […]

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Comum Democracia Destaques

Industrializar o Brasil real

Rodrigo Bertamé à respeito do texto “Kafka é o Eros da Burocracia”, de Bruno Cava. Fiquei muito preso nisso quando você escreve que, no Kafka político, “a máquina kafkiana se compõe nas próprias relações por onde a vida transita”. Não partir da estrutura para explicar as relações, mas observar as relações para compreender como a […]

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Destaques Interfaces Quadrado dos Loucos

Kafka é o Eros da burocracia

Por Bruno Cava Imagem: Arno Declair, Der Prozess, direção de Andreas Kriegenburg, Münchner Kammerspiele, 2008. © Arno Declair / Berliner Festspiele. [Fair use] Resenha de DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Kafka. Pour une littérature mineure. Paris: Les Éditions de Minuit, 1975. — Esse o gesto principal de Deleuze e Guattari em Pour une littérature mineure (1975), quando […]

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Destaques Quadrado dos Loucos

Über alle Berge; Rossini, Hegel e a liberdade da música para além do texto

Por Bruno Cava Foto: Dietmar Rabich, Lissajous-Figur — 2020 — 7767, 2020. Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0. — Estivesse Borges vivo, quem sabe imaginasse uma biblioteca inteira composta apenas de livros que anunciam o desaparecimento de coisas que sobrevivem à leitura desses mesmos livros. Haveria ali um vastíssimo subgênero sobre os fins: o fim da […]

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Destaques Quadrado dos Loucos

O silêncio de Beethoven — O que Hegel não disse e a crítica ensinou a ouvir

Por Bruno Cava Imagem: Antonio De Pian, projeto de cenário para Mosè in Egitto, de Gioachino Rossini; gravura de Norbert Bittner, Kärntnertortheater, Viena, 1824. WikiCommons. Ao Alexandre Fabiano Mendes, amigo, músico e professor — com quem um sintetizador e Deleuze já bastaram para fazer uma aula memorável na Fundação Casa de Rui Barbosa. — Nietzsche […]

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Quadrado dos Loucos

Os sapatos, o templo e a bicicleta

Por Bruno Cava Foto: Hans G. Müsse (Muesse), Martin Heidegger Hütte über Rütte, Todtnauberg, 2007. CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons. Recorte 16:9. — A origem da obra de arte, de Heidegger. O pior nesse ensaio são os exemplos. Depois, a pretensão de definir a essência da arte, em plena fragmentação das estéticas filosóficas sistemáticas, […]

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A máquina da aposta; Pascal em ‘Minha noite com ela’

Por Bruno Cava Imagem: plano do filme, com os atores Marie-Christine Barrault (Françoise) e Jean-Louis Trintignant (Jean-Louis). Crítica de Minha noite com ela (Ma nuit chez Maud), dirigido por Éric Rohmer, França, 1969, preto e branco, 110 min. — Jean-Louis se interessa por uma jovem loura durante a missa. Trocam olhares. Ao vê-la partir numa […]

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Quadrado dos Loucos

O paradoxo da autoria na nouvelle vague

Por Bruno Cava Foto:Archimatth, Filmothèque du Quartier Latin Paris (2008),Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0. — Quanto à nouvelle vague, minha preferência por Godard sobre Rohmer era total. Eu já havia visto os filmes de Godard mais de uma vez e publicado no meu blogue da época (chamava-se Quadrado dos Loucos) pequenas resenhas dessa filmografia, de […]

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O Apostador imanente; de Pascal à criação de modos de existência

Por Bruno Cava Foto: Paul Klee, Abenteuer-Schiff [O navio de aventura] (1927), Pinakothek der Moderne, Munique. Wikimedia Commons. — Aqui está a versão Pascal for dummies. Há duas apostas e dois cenários. Se Deus não existe, o crente perde pouco ou nada: algum tempo, algumas renúncias; o descrente, nada. Se Deus existe, no entanto, a […]

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